quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Katy Perry. Part of Me. Estreia no Hot 100 da Billboard.

Katy Perry arrebentando coloca “Part of Me” no primeiríssimo lugar no Hot 100 da Billboard logo no lançamento. O mesmo feito aconteceu com "I Kissed a Girl", "California Girls", "Teenage Dream", "Firework", "ET" e " Last Friday Night (T.G.I.F.)”. O novo single vendeu de cara 411.000 downloads, segundo a Nielsen SoundScan. "Part Of Me" foi apresentada durante a performance de Perry no Grammy Awards, no domingo, 12 de fevereiro. Dia 27 de março a cantora lança "Teenage Dream: The Complete Confection”, um disco com três novas faixas e quatro regravações de antigos hits. Vale dizer que "Part Of Me" coloca Katy Perry acima de Michael Jackson no quesito maior número de hits de um mesmo disco no Hot 100 da Billboard.

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Lista de Músicas. Novo Álbum de Norah Jones. Little Broken Hearts.

Fãs de Norah Jones, atenção! Acabou de sair a lista de músicas que compõem seu mais novo álbum “Little Broken Hearts”, que será lançado dia 1º de maio. O novo disco tem a produção do renomado Danger Mouse. Como todo mundo já sabe, a parceria começou quando Norah Jones participou do álbum “Rome” (EMI, 2011) de Mouse.

Todas as canções listadas abaixo são de autoria do casal e a parte instrumental foi toda tocada por Danger Mouse. Não só Norah sairá em turnê, o produtor e músico promete acompanhá-la.

Norah Jones é dona de nove Grammys e comemora este ano dez anos do aclamado álbum “Come Away With Me” (EMI, 2002) que vendeu míseros 20 milhões de cópias no mundo todo.

Ela é muito linda e inspiradora e sou muito feliz por já ter visto um de seus shows. Se esta nova turnê passar pelo Brasil, óbvio, vou garantir o meu ingresso.

Confira:

1. Good Morning
2. Say Goodbye
3. Little Broken Hearts
4. She's 22
5. Take It Back
6. After The Fall
7. 4 Broken Hearts
8. Travelin' On
9. Out On The Road
10. Happy Pills
11. Miriam
12. All A Dream


segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Eliane Brum. Me Chamem de Velha. Madonna. Luvas. Liberdade!

Não tem a ver com música, mas tem a ver com sensibilidade, com o olhar apurado e doce que devemos ter o tempo todo com a vida, com as pessoas, com o que acontece diante de nossos olhos. Eliane Brum é simplesmente sensível e constantemente publica textos interessantíssimos no site da Revista Época. Hoje, Eliane Brum publicou: “Me Chamem de Velha”. Foi impossível não parar para pensar: todos nós seremos vítimas de uma sociedade que discrimina grosseiramente os mais velhos. E quantas vezes nós mesmos não fazemos isso com piadas idiotas? É fácil falar a “sociedade” sem se sentir parte dela.

Agora sim, no universo da música e da cultura, quantas piadas lemos e ouvimos sobre Madonna que continua humilhando todo mundo com seu talento. E fico sempre tão ofendida quando vejo uma foto dela usando aquelas luvas. Em que momento foi tirado o direito de exibir a pele mais fina? Raios! Diante de tanto brilhantismo, Madonna merece ser manchete por suas mãos?

Recomendo a leitura do artigo de Brum. Torço para que vire um vírus na rede, para que cada vez mais pessoas se conscientizem deste mal dos nossos tempos. Seguem alguns trechos do texto de Eliane Brum:

"A velhice nos lembra da proximidade do fim, portanto acharam por bem eliminá-la. Numa sociedade em que a juventude é não uma fase da vida, mas um valor, envelhecer é perder valor."

“Alguém vê um Boris Schnaiderman, uma Fernanda Montenegro e até um Fernando Henrique Cardoso como idosos? Ou um Clint Eastwood? Não. Eles são velhos.”

“Acho que devíamos nos rebelar. E não permitir que nos roubem nem a velhice nem a morte, não deixar que nos reduzam a palavras bobas, à cosmética da linguagem. Nem consentir que calem o que temos a dizer e a viver nessa fase da vida que, se não chegou, ainda chegará. Pode parecer uma besteira, mas eu cometo minha pequena subversão jamais escrevendo a palavra “idoso”, “terceira idade” e afins."

Price Tag. Melhor Single. Jessie J e o Brit Awards.

Já escrevi um post apenas para falar de “Price Tag”, single delicioso da Jessie J. Se "Someone Like You" da Adele não estivesse tão forte, mas tão forte nesse Brit Awards até que teria esperança de “Price Tag” ganhar como Melhor Single Britânico. É algo bem mais pessoal. Tenho um carinho tão grande por essa música. As lembranças mais fortes são do último inverno e a dificuldade de sair para trabalhar. Lembro que assim que “Price Tag” começava, era como se meu corpo aquecesse. O single de Jessie J também está muito ligado aos incríveis dias de UeedO com Paula Mariano, Beatriz Granthan e Cesar Suga.

Gosto muito de Jessie J. É uma das cantoras mais talentosas do momento e de uma simplicidade encantadora. Ela contou para a imprensa britânica que no ano passado sonhou em seu sofá estar em 2012 entre as melhores intérpretes femininas. Jessie J, como Adele, fez parte da Brit School, famosa por proporcionar formação profissional em música, mídia, arte, design e tecnologias. Amy Winehouse, Leona Lewis, Kate Nash, entre tantos outros.

Jessie J já está gravando o segundo álbum e tem contado por aí que vai raspar a cabeça em prol de uma campanha ou instituição de caridade. Vamos acompanhar.

Florence & the Machine. Brit Awards. Duas Categorias e Apresentação Maximinalista.

Florence & the Machine concorre em duas categorias no Brit Awards 2012: “Melhor Artista Feminina Britânica” e “Álbum Britânico do Ano”, com o disco “Cerimonials” (Universal, 2011). Confesso que não gosto muito do som de Florence, mas reconheço seu talento e, principalmente, o frisson que causa no mundo da música e da moda. Acho as músicas da moça meio baixo-astral. Mas, sério, é uma opinião muito particular e não tenho pretensão de desmerecê-la.

Florence Welch, em entrevista a Rádio BBC, contou que está muito nervosa com o evento e que ainda não sabe o que vai apresentar, correndo o risco de fazer algo bem estranho no palco, uma vez que sempre faz coisas estranhas quando está muito nervosa. Para o The Independent, contudo, Welch disse que será uma apresentação tipicamente exagerada. “Sou maximinalista, propensa aos excessos”, disse.

“Cerimonials” já vendeu 1,8 milhões de cópias em todo o mundo. Pensando que a Welch concorre com Adele e seu glorioso álbum “21”, suas chances de levar o prêmio em ambas as categorias não são tão grandes. Florence sabe disso e está disposta a curtir o evento, independentemente. Como disse ao The Independent: “estou realmente ansiosa para ir, gosto de estar ali, vendo todo mundo e ficando um pouco bêbada. Ok!

Coldplay. Apresentação Pirotécnica. Brit Awards 2012.

Gosto muito de início de ano devido às grandes premiações da música e do cinema. Oscar, Grammy Awards, Brit Awards... O Brit Awards é a maior premiação da música britânica, que nem preciso dizer ser uma das melhores no mundo. Pois, então. O Coldplay fará uma das apresentações e a banda está planejando algo cheio de pirotecnia e tem andado um tanto preocupada com a segurança. Segundo Chris Martin, o Coldplay vai impressionar como nunca, com uma apresentação explosiva. Será que eles vão cantar “Paradise”? Ou será “Every Teardrop Is a Waterfall”? Ambas fazem parte do álbum “Mylo Xyloto” (EMI, 2011), que concorre nas categorias “Álbum Britânico do Ano” e “Melhor Banda Britânica”. Adele está na briga – injusta, talvez – com o álbum “21”.

A organização do evento anda dizendo que o desejo da banda tem sido um “pesadelo logístico”. O vazamento dessas preocupações, é claro, só aumentam as expectativas do público e da mídia.

A 32ª Edição do Brit Awards acontece amanhã, 21 de Fevereiro, no O2 Arena e será apresentado pelo ator James Corden em HQ. Vale dizer que vai rolar um tributo à Amy Winehouse e Whitney Houston.

Aprendi a gostar do Coldplay com este álbum “Mylo Xyloto”. Hoje, acho uma das bandas mais capazes de levar o ouvinte ao êxtase. Vou até colocar “Paradise” para tocar agora.

Chris Colfer. Struck By Lightning. Novo Filme.

Quem ama o Chris Colfer? Eu! E estou muito feliz em saber de seu mais novo projeto, o filme “Struck By Lightning”. Escrito pelo próprio, Colfer vive o desejo de entrar na Northwestern University e para tal conquista tenta convencer seus colegas a tornar sua revista – em vez de cantor ele é um escritor – a tornar-se um sucesso. Quem já viu o filme jura que o ator consegue brilhar sem fazer o expectador se lembrar de Kurt. É esperar para conferir.

Katy Perry. Not Like The Movies. Minha Necessidade de Viver em um Filme.

Em praticamente todas as situações de minha vida procuro estar envolvida por uma magia. Com pessoas, com hábitos, com vivências. E não escondo o quanto é difícil para mim viver sem esse “efeito cinematográfico”. É quase um vício. É quase algo ruim porque não tenho como editar a vida real. Não tenho a chance de tirar o que não quero no meu filme. Sem falar que não estou o tempo todo linda ou feliz e não posso esconder isso... E porque gosto da sensação que só o cinema é capaz de provocar – e não falo do filme em si – completamente largada em meu sofá, lendo “As Brumas de Avalon – A Grande Rainha”, me surpreendi emocionada com esta canção: “Not Like The Movies”, da Katy Perry. Nunca tinha prestado atenção na letra e também, confesso, na melodia. É bom demais quando sentimentos engasgados por falta de palavras conseguem ser expressados com uma letra de música. Alivia a alma e nos tira a responsabilidade da autoria - se não queremos a responsabilidade, tão dura muitas vezes, de ter que dizer a verdade.

Tenho conversado tanto comigo mesma sobre como deve um amor. “Not Like The Movies” me fez sentir normal. Ou pelo menos não sozinha. “Ele vai ser o único que termina suas frases”.

Não desejo falar aqui das pieguices do amor. Ou seria sobre os sonhos que todos nós temos, mesmo que muito bem guardados, sobre como gostaríamos de estar/ser com alguém. Ou termos de alguém. Desejo falar apenas de uma canção que numa tarde preguiçosa cumpriu sua missão de libertar. Acho que posso continuar desejando que tudo em minha vida seja como no cinema. Posso continuar tão racional e tão necessitada de roteiros que façam sentido.

sábado, 18 de fevereiro de 2012

Miranda Lambert. Protestos Contra Chris Brown. Quem Tem o Direito?

Complicado, não? As pessoas o tempo todo se metem em sua vida e jamais perdoam qualquer coisa que você tenha feito. Sentem-se acima do bem e do mal e tudo bem. Entendo pessoas que se comovam com causas, mas apontar o dedo é errado. Você pode protestar contra a violência doméstica, contra a homofobia, mas qual a necessidade de colocar alguém em uma cruz, como se a própria mente do acusado não fosse o acusador mor (não com os psicopatas, claro). Não sei.

A cantora Miranda Lambert protestou contra Chris Brown em um show que fez na Universidade de Massachusetts, na última quinta-feira. Lambert fez um cartaz que dizia: "Tome nota Chris Brown". Logo em seguida, a moça cantou a canção “Gunpowder & Lead” que conta sobre uma mulher que decidiu matar o marido. Uau!

Acredito no dever social que todo artista possui. Que bom levar boas mensagens para o público. Contudo, não considero esse o caso. Ainda mais ressaltando que a própria Rihanna parece ter esquecido ou relevado. Quem entende um coração apaixonado? Nem eu, nem você e fatalmente nem Lambert. Como se luta contra a violência doméstica cantando uma música como “Gunpowder & Lead”? Incoerente.

Chris Cornell. I Will Always Love You. Whitney Houston.

Em dias de homenagem à Whitney Houston, Chris Cornell também reverenciou a diva cantando com seu jeito todo especial e sua guitarra acústica o mega sucesso "I Will Always Love You". O feito foi em San Francisco em um comício do Presidente Barack Obama. O vocalista do Soundgarden mandou muito, mas muito bem. E não apenas pelo respeito à Whitney. Chris entrou em uma briga no Aeroporto de Seattle para defender um rapaz gay de um homofóbico. Ao final, o cantor foi ovacionado e até erguido no ar.

Jamie Cullum. Minha Nova Paixão. Twentysomething.

Este homem é uma ofensa para os meus ouvidos! Não tinha parado para ouvir com calma Jamie Cullum. Paixão avassaladora! O que é a versão de “Singin’ in the Rain”? Ouvi o álbum “Twentysomething” (Verve, 2003) enquanto ia para uma reunião de trabalho no “Santo Grão” da Rua Oscar Freire. Só um paralelo: o “Santo Grão” é um lugar gostosérrimo para comer e conversar e atualizar diário – como adoro fazer isso em cafés. A energia do lugar só pode vir de seus donos, Renata e Marco, que segundo consta são pessoas bastante preocupadas em criar um entorno saudável para conviver – o que justifica a menção deste endereço aqui, uma vez que este blog chama-se “Sensibilidade”.

Voltando ao meu novo amor, Jamie Cullum é um inglês talentosíssimo que se entrega ao blues e ao jazz e apresenta não só versões arrebatadoras de grandes clássicos como canções contemporâneas. “Twentysomething” é o terceiro álbum de estúdio do moço que possui mais quatro discos de estúdio e um ao vivo, ou seja, ao todo, Jamie Cullum possui seis discos. Cullum já passou por nossas terras, tendo declarado que um dos primeiros discos pelos quais se apaixonou foi um do Tom Jobim. Outros artistas como João Gilberto e Maria Rita também fazem parte do “listening” do britânico.

Por “Twentysomething”, Cullum recebeu o título de melhor cantor de jazz do Reino Unido. O álbum recebeu disco de platina. Vale a pena ouvir neste feriado de Carnaval, você que talvez, como eu, goste mais da calmaria. Dê toda a atenção à canção “Lover, You Should've Come Over”, uma regravação do mais que intenso Jeff Buckley.

“Estou acabado e faminto por seu amor/ Sem jeito de alimentar-me/ Onde você está esta noite? Amor, você sabe o quanto eu preciso/ Jovem demais para esperar e velho demais para jogar tudo pro alto e correr”.

“Talvez eu seja jovem demais para impedir que um bom amor dê errado”.

Simplesmente sensacional para momentos de entrega sentimental, voluntária ou necessária.

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Beyoncé. Ryan Tedder e Encontros para Dois Novos Álbuns.

Beyoncé acabou de ter um bebê, mas nem assim está deixando de trabalhar. A moça e o maridão, Jay-Z , estão se reunindo com o vocalista do OneRepublic, Ryan Tedder para trabalhar nos próximos dois álbuns da cantora. Dois? Pois é. A inspiração dos artistas tem sido, hum, a paternidade? Sim, declaradamente. Tedder é um compositor de muito talento, emplacando muitos hits não só nos principais hankings de música como premiações importantes como o Grammy Awards. Tedder é um dos autores dos hits "Rumor Has It" de Adele, "Bleeding Love" de Leona Lewis, “All of You” de Colbie Caillat, “Unbroken” de Demi Lovato e “Halo” da própria Beyoncé. Rapaz talentoso.

Aretha Franklin. Stevie Wonder. BeBe e CeCe Winans. Funeral de Whitney Houston.

É fato que a notícia da morte de Whitney Houston deixou todos os amantes da Música muito tristes. Um talento como ela não poderia ter tido um fim tão triste. Postei um comentário no site da Revista Rolling Stone que, por ser tão sincero, recebeu muitos “likes”. Copio-o aqui.

“Perdi Michael Jackson com ingresso em mãos. Senti a morte de Amy como se a tivesse conhecido, talvez por ter desistido de vê-la na porta do Anhembi. Whitney foi um sonho. Um sonho que sonhei com outra pessoa. Ela e Celine. Um dia, veria as duas cantarem. Não sinto a perda desses cantores como a maior parte das pessoas - nem melhor ou pior - sinto como parte de pequenos sonhos meus impossíveis de serem realizados. E fica uma sensação de: "que pena que ela não sabia que eu aqui amava ouvi-la cantar". Como teria sido diferente a vida de todos eles se soubessem de todos nós".


Não quero citar o funeral como se fosse um espetáculo à parte, mas também é impossível não citar a reverência que outros grandes artistas prestarão a ela. O memorial que acontecerá neste sábado contará com a presença de Aretha Franklin, Stevie Wonder, BeBe e CeCe Winans, todos cantando Whitney à sua maneira. Clive Davis, amigo íntimo de Houston, ficará com as falas. Outras celebridades como Kevin Costner, Denzel Washington, Penny Marshall e Oprah Winfrey também foram convidadas, inclusive o ex-marido Bobby Brown. Pelo que consta, a Associated Press vai cobrir toda a cerimônia.

John Mayer e “Shadow Days”. Novo Disco Chama-se “Born and Raised”.

Ele tem uma voz muito, mas muito sexy. Amo ouvir o John Mayer cantando. E a grande novidade é que tem disco novo chegando. Hoje o cantor lançou na rede 60 segundos do novo single “Shadow Days”. O novo álbum vai se chamar “Born and Raised”. O moço não lança um disco desde 2009 e o que se espera é que o novo álbum saia no segundo semestre deste ano. John Mayer já coleciona sete Grammys, entre outros grandes prêmios. O mocinho da voz sedutora já tocou com grandes nomes como B.B. King e Eric Clapton, antes de ficar muito famoso. É a trilha sonora perfeita para qualquer atividade que necessite de inspiração, vai por mim. Olha a carinha do moço. Aliás, ouça a voz e me diga se estou certa quanto ao seu talento. Ops.

Michael Jackson. Musical “Thriller Live” no Brasil.

Sem sombra de dúvida esta notícia foi uma das melhores que ouvi nas últimas semanas. Porque sou apaixonada por Michael Jackson sim, mas principalmente porque me senti carente de algo tão sensacional relacionado a ele já que não vou ter chance de assistir ao espetáculo “The Immortal” do Cirque Du Soleil. Acontece que o musical “Thriller Live” ganha sua versão brasileira, o que deve, também sem sombra de dúvida, gerar um frisson no meio tão aquecido do entretenimento em nosso país. O musical vai contar cronologicamente a vida do astro em um show que já passou por mais de 20 países. A direção de “Thriller Live” é de Adrian Grant – que foi amigo de Jackson.

A seleção de artistas para a empreitada surpreendeu Grant. Ao todo, foram 2.800 inscritos e os testes já aconteceram. Apenas 16 integrantes farão parte da equipe, sendo cinco cantores. Quem assina o projeto no Brasil é a Broadway Brasil e o Future Group e conta-se que o investimento será em torno de R$ 7 milhões. Que seja até mais, já que esparamos ver algo à altura de Michael Jackson. Por todos os fãs e pelo Brasil que tem cada vez mais investido em musicais de ponta. Esperando ansiosamente para ver.

Este ano o álbum mais vendido de todos os tempos, “Thriller” (Epic/CBS Records, 1982) comemora 30 anos de existência. Foi impossível encontrar o número exato de vendas de “Thriller”, mas sabe-se que já passou de 140 milhões de cópias. Das nove músicas lançadas, sete viraram singles e as sete chegaram entre as dez mais da Billboard. Bom, é claro que a indústria não vai perder esta data tão importante para o Música. Vamos comemorar os 30 anos de “Thriller” de diversas maneiras, pode apostar, e estamos começando bem com “Thriller Live”.

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Rihanna. Chris Brown. Parceria em "Birthday Cake".

Não gosto da Rihanna, mas adoro o Chris Brown. E não me importo com a polêmica que sempre gero quando declaro que ela super exagerou o término do namoro e as bringas que geraram alguns hematomas. Bom, não tenho nada a ver com a vida pessoal/passional dos dois. O fato é que Chris Brown está na área e trabalhando no single “Birthday Cake” de Rihanna. O mocinho promete inclusive aparecer no videoclipe. Rihanna comemorou 24 anos no último dia 13 e Chris Brown esteve presente. Ótima deixa para cantar a canção: “He want that cake, cake. Cake, cake, cake, cake, cake”. Os produtores Kosine e Tuo prometem um remix que vai “chocar o mundo”. Deste último álbum, “Talk, Talk, Talk” (Universal, 2011) gosto apenas das tracks “Do Ya Thang” e, claro, “We Found Love”. Não acredito que a própria Rihanna consiga ouvir seu disco do começo ao fim sem interrupção. Imagina eu.

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Feliz 2012! Músicas Novas e Músicas Velhas na Mesma Medida.

Estou fazendo a segunda lista deste final de ano, preparando o terreno para 2012 que está chegando. Esta é a famosa lista de promessas que todo mundo faz – diferente da que fiz esses dias e publiquei logo abaixo. A música para estimular? Óbvio, óbvio, óbvio, Aerosmith! O disco Young Lust: the Aerosmith Anthology (Universal, 2002) tem sido meu companheiro de reflexões desde antes do Natal. Méritos de Cesar Suga que sempre me ajuda a achar o disco desejo do momento. Meu grande amigo que, óbvio, vai comigo para 2012 na classe VIP.

Por que um disco tão antigo? Este ano consegui realizar umas das minhas grandes vontades musicais desde minha infância, quando o meu irmão, Emerson de Castro, adolescente nos anos 1990, ouvia muito rock. Steven Tyler! Ooooh. Steven Tyler. Sempre desejei entender essa pessoa, ou minimamente conhecê-lo. E quando menos imagino, eis que surge uma autobiografia assustadoramente interessante – pelo menos para mim que o desejo desde que me conheço por gente. E quando menos imagino mais ainda, minha querida amiga Juliana Alves me presenteia com este livro. Ok! Sou tão privilegiada quanto Steven Tyler no quesito ser feliz.

Deixei passar as duas grandes chances de ver o Aerosmith tocando e este ano foi quase imperdoável, mas, ok. Acredito que tenho que me concentrar no futuro e colocar este item na minha lista de promessas. Quem sabe não acontece o que aconteceu – ou teria acontecido – em 2009 quando veria Michael Jackson novamente nos palcos em Londres. Futuro!

Publilquei no finalzinho de 2010 a lista de promessas para 2011. E, olhando agora o post, sinto-me feliz por ter conseguido ser fiel às minhas promessas – ou pelo menos ter tentado. Ouvi muitas músicas! Li muitos livros, não o tanto que prometi, mas um número razoável: 25 livros! Pratiquei meu Yôga. Corri. E, a grande novidade foi a aquisição da minha bike. Então, corri e pedalei! O item que acho que fiquei mais devendo foi o da moda. Quis ter sido mais estilosinha esse ano. Estudei muito, superei alguns limites que nunca pensei que conseguiria, provei minha fé em Deus em momentos difíceis, amei muito, muito, muito, fortaleci alguns laços afetivos e afrouxei outros que estavam me sufocando. Perdi amigos, ganhei outros, renovei votos com outros tantos. Em resumo: 2011 foi um ano difícil, mas também o que mais me fez crescer. Coincidência ser meu último ano na casa dos 20? Não acredito. Essa virada tem dois saborosos gostinhos para mim: final de um ciclo menor, de um ano, e de um ciclo maior, de uma década.

“Angel”, “Love In An Elevator”, “Love Me Two Times”, “Livin´ On The Edge”, “Amazing”, “Cryin”, “Crazy”, “Dream On” – claro, e essa música me fez fazer o primeiro “check” da minha listinha, mas não vou contar o que é – “Hole In My Soul” e “Sweet Emotion” em altíssimo volume estão me fazendo sentir a mais livre do mundo. Ah, estava me esquecendo de “Blind Man”. É... O disco perfeito para inspirar.

Não vou publicar a lista inteira porque muitos itens são bem particulares, mas alguma coisa posso contar. Aí vai:

Falar inglês fluente
Passar menos tempo no Facebook
Aprender a nadar (É, não sei nadar!)
Comprar uma máquina fotográfica
Usar mais batom
Assistir a um clássico de futebol no estádio
Ler 40 livros
Ir para Budapeste
Reaproximar-me de amigos antigos
Meditar
Passar mais tempo com meu papai
Ir mais à Igreja
Fazer um curso de vinhos

Quero terminar este post com dois trechos da autobiografia do Steven Tyler. Este homem que adoro tem o que ensinar sobre a arte de ser autêntico. Pode parecer um modelo um tanto bizarro, mas, acredite, para mim ele é um grande modelo. Liberdade de ser.

“A vida é curta. Quebre as regras, perdoe rápido, beije lentamente, ame verdadeiramente, ria descontroladamente e nunca se arrependa de nada que o fizer sorrir”

“Aprendi que, se eu for atirar uma flecha de verdade, primeiro devo mergulhar sua ponta no mel. Aprendi a mais antiga lição sobre a culpa – assuma-a. Isso vai apagar muitos incêndios pelos quais você possa passar na vida.”

Muita música em 2012! E... “Dream on”.

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Glee Warblers. Código de Ética. Feliz 2012!

Uma das coisas mais legais que fiz neste final de ano foi voltar a escrever um diário. A ideia veio de uma conversa com as lindas Paula Mariano e Beatriz Grantham. Comprei um caderno e tenho escrito todos os dias como eu fazia há... Hum... 20 anos? Às vésperas do meu aniversário de 30 anos – bem vividos, que fique muito claro – voltei a algumas práticas adoráveis.

Coloquei para tocar um dos discos mais fofos de 2011 – Glee Warblers (Sony, 2011). De verdade. Cada canção é de emocionar! Talvez, porque me lembra os grupos a capela que eu ouvia quando adolescente. Enfim, Glee Warblers é a trilha sonora para uma listinha importante que vou colar na capa do meu diário. Vou chamá-la de Código de Ética.

Sou praticante de SwáSthya Yôga há dois anos. Não há palavras para explicar as mudanças que o Yôga fez em minha vida. Mas não quero falar sobre isso agora. Só estou comentando porque meu Código de Ética é baseado – e em muitos itens literalmente copiado – do Código de Ética do Yôga escrito pelo Professor DeRose.

Glee Warblers começa com “Teenage Dream”. E que delícia é lembrar do jeitinho do Blaine cantando esta música. Uma das grandes novidades da 2ª Temporada de Glee sem sombra de dúvida foi a entrada do Blaine com seu grupo Warblers. “Hey Soul Sister” é outra delícia. O disco todo, sério. Acredito que neste caso não dá para citar cada canção porque eu só conseguiria falar “maravilhosa”, “incrível”, “emocionante”. O álbum Glee Warblers é mais uma prova da sensibilidade desta série.

Por que estou escrevendo um Código de Ética? Bom, me fiz essa pergunta também. Mais do que ter um norte para ser uma pessoa cada vez melhor é tentar fazer alguma coisa pelo entorno. Não sou dessas que ficam esperando sentadas e muito menos colocando a culpa em outras pessoas.

Infelizmente – ou felizmente – 2011 foi um ano muito difícil para mim em termos de relacionamentos. Rompimentos sérios aconteceram e rompimentos improváveis. Hoje, depois de uma séria faxina emocional, acredito que certas coisas aconteceram para eu amadurecer meus conceitos e, pela primeira vez na vida, aprender a romper. Sempre tive essa dificuldade. Apesar de ser considerada tão “de personalidade forte”, sempre, sempre, sempre preferi resolver e consertar a abandonar ou romper. A verdade é que, algumas coisas em sua vida nunca vão andar de verdade enquanto conceitos ou práticas forem contraditórios. É importante olhar com honestidade para suas próprias escolhas e admitir que nem tudo o que você fez ou quis foi inteligente. E isso não é vergonhoso. E que fique muito claro: seja o que for que você queira deixar para trás – ou quem quer que seja – não deixe com sentimentos ingratos. Por pior que tenha sido qualquer coisa, alguma satisfação te causou ou nunca teria permitido tal vivência. Negar qualquer felicidade que algo ou alguém tenha causado é falta de gratidão sim. Pelo menos, eu acho que é.

Em 2012 quero isso para mim e desejo fazer o mínimo de diferença na vida de quem eu passar.


Será inadmissível não conseguir superar uma emoção a fim de evitar um desentendimento com alguém.
Emoções pesadas sujam mais o organismo que fumar, beber e comer carnes.
Não agredir gratuitamente outro ser humano.
Não compactuar com outras pessoas que agridem gratuitamente.
Não ser conivente com acusações e difamações.
Defender energicamente os meus direitos.
Falar sempre a verdade.
Praticar o desapego de objetos materiais.
Praticar o desapego de pessoas – sem confundir com descuido.
O ciúme e a inveja são manifestações censuráveis do desejo de posse de pessoas, objetos ou realizações pertencentes a outras pessoas.
Consumir alimentos saudáveis e limpos.
Estar limpa interiormente compreende não alimentar minha mente com imagens, ideias, emoções ou pensamentos intoxicantes como: tristeza, inveja, impaciência, irritabilidade, ódio, ciúme, cobiça, derrotismo e outros sentimentos inferiores.
Ser tolerante com pessoas que não compreendem a limpeza de forma tão abrangente.
Extrair contentamento de todas as situações.
Auto-superar-se sempre!
Buscar o autoconhecimento mediante a observação de mim mesma.
Estar sempre interiormente segura e confiante de que a vida segue o seu curso, obedecendo às leis naturais, e que todo o esforço para a auto-superação deve ser conquistado sem ansiedade.

O Glee Warblers traz canções interpretadas pela “The Dalton Academy Warblers”. Os Warblers venderam 1,3 milhão de faixas acrescentando ao Glee o total de 26 milhões de singles e 10 milhões de álbuns vendidos no mundo. Glee é um sucesso porque além de interpretaçõs lindas fala de humanidades. Defeitos e qualidades de todos nós. Que o seu Código de Ética caiba perfeitamente em seus esforços e que tenha o único e exclusivo motivo de te fazer mais feliz. Que 2012 seja um ano diferente em sua vida, porque você será uma pessoa melhor.

Que em 2012 você ouça ainda mais músicas inspiradoras porque elas nos ajudam a ser melhores. Se é um lugar ao sol que todos nós desejamos, sendo plenamente aceitos por quem somos, que o primeiro passo seja uma reflexão sincera do que temos a oferecer.

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Seja Diferente. Lioness: Hidden Treasures. Amy e Steve Jobs.

Seja diferente. Esse foi um dos lemas de Steve Jobs.

Mergulhada na biografia do empresário mais emblemático de nossa era, coloco o disco que eu estava ansiosíssima para ouvir “Lioness: Hidden Treasures” (Universal, 2011). Dois seres diferentes. Duas pessoas que deixaram suas marcas na história. Amy Winehouse e Steve Jobs. Qual a ligação entre os dois? Nenhuma. Apenas fazem parte deste meu momento. Um momento em que tento definir o que é ser diferente.

“Lioness: Hidden Treasures” talvez não agrade logo de cara. O disco deixa a sensação de ser apenas uma maneira dos vivos ganharem dinheiro em cima de um talento já enterrado. Mas delete as versões das músicas já lançadas (ou não) e concentre-se nas inéditas. É singular. É lindo. É Amy Winehouse sendo ela mesma: diferente.

De volta à biografia, um trecho me faz parar e ficar olhando para o nada por minutos. Mergulho no mais profundo do meu ser e me pergunto: sou eu assim? Porque tenho resistido provocar? Ou provoco quando prefiro o silêncio às discussões tolas? Recuar é sempre dar um passo para atrás ou é apenas mais uma maneira de esperar o momento certo para conquistar? Somos diferentes quando decidimos não “destruir” o que está à nossa frente nos impedindo de seguir preferindo mudar a rota?

Entregue-se às canções “Between The Cheats”, “Like Smoke”, “Half Time”, “Song For You” e, principalmente à “Will You Still Love me Tomorrow” – disparado a minha preferida.

Eis o texto que me fez parar. Foi de um dos comerciais da Apple. Algumas frases foram escritas pelo próprio Jobs. Uma crença sua mais do que arraigada. Jobs viveu cada dia de sua vida odiando a mediocridade. Causou e foi injusto em nome dessa obsessão. Já Amy vivia entre a genialidade e a loucura – quando as duas não se misturavam - muitas vezes preferindo a loucura porque este mundo nunca conseguiu preenchê-la. Diferente de Steve Jobs, Amy Winehouse internalizou sua necessidade de fazer alguma coisa.

“Isto é para os loucos. Os desajustados. Os rebeldes. Os encrenqueiros. Os pinos redondos em buracos quadrados. Os que enxergam coisas de um jeito diferente. Eles não gostam muito de regras. Eles não respeitam o status quo. Pode-se citá-los, discordar deles, exaltá-los ou difamá-los. A única coisa que não se pode fazer é ignorá-los. Porque eles mudam as coisas. Eles empurram a raça humana para a frente. E, enquanto alguns os julgam loucos, nós os julgamos gênios. Porque as pessoas que são loucas o suficiente para achar que podem mudar o mundo... são as que mudam.”

A menor definição para mim do que é ser diferente é: não ter medo de não encontrar um igual.

A maior parte das pessoas não arrisca por medo da solidão, da não aprovação. Ser diferente é ser Jobs e ser Amy. Ter às vezes o mundo te aplaudindo e às vezes te vaiando. Causa admiração? Causa. Mas poucos decidem estar ao lado, apoiar, defender, validar.

Desde que nossa passagem na terra renda uma biografia de quase 600 páginas ou canções memoráveis, acho que vale a pena. Ser diferente.

Seja diferente.

sábado, 3 de dezembro de 2011

Hoje – Uma Reflexão. O Que Você Quer Saber de Verdade?


Coloquei o novo disco da Marisa Monte “O Que Você Quer Saber de Verdade” (EMI, 2011) para tocar e assim que ele acabou decidi que devia voltar a escrever. Depois de meses recolhida, revendo e descobrindo sentidos, tais canções me estimularam a colocar no papel o que valeu, o que não valeu a pena em 2011 e verdades que quero levar para 2012.

Muitas pessoas devem estar felizes por terem conquistado em 2011 um novo amor. Outras - e neste grupo estou - estão muito felizes porque descobriram que mais legal do que estar apaixonada por alguém é estar apaixonada por si mesmo. Pode parecer meio piegas, mas quanto do que falamos ou cantamos sobre o amor não é piegas? Acontece que é verdade. Descobri que é preciso muito mais coragem para se apaixonar por si mesmo do que por outra pessoa. Que exige muito, mas muito mais esforço para se dar presentes do que para se sacrificar por outra pessoa. Há ainda entre nós aquele hábito de que sofrer por alguém é algo nobre, algo que deve ser arrastado como um peso e dividido com o maior número possível de pessoas.

Este ano coloquei todos os meus grandes amores em uma caixa bem enfeitada na sala de arquivo de minha memória. E me convém sempre dar uma olhadinha nela para refrescar meus novos conceitos de que os velhos não precisam mais de espaço, mas que bom que eles existiram. Os amores são como as boas canções, sempre voltaremos a ouvi-las, mas elas nunca conseguirão fazer parte de outra época que não a que nos causaram as primeiras emoções. E faz bem ouvir essas canções quantas vezes sentir vontade. Como pensar em alguém do passado pode fazer bem quando lembramos como um momento nosso, merecido – e tomara que, bem vivido.

Fui comigo mesma a todos os shows que quis, vi comigo todos os filmes pelos quais me interessei; jantei, li, ouvi, chorei, sorri, encontrei e me despedi, e eu não saí do meu lado.

Hoje, acredito que o segredo do amor é a capacidade de fazer sozinho o que se deseja fazer com alguém.

Poder ouvir um disco tão romântico sem sentir uma dor, uma expectativa, é uma delícia. Hoje, acredito que se o amor não faz mais sorrir do que chorar, ele não vale a pena. Hoje, não troco inesquecíveis cinco minutos ao lado de alguém por dias, meses ou anos medíocres. E que Deus me ajude a não querer mais de alguém do que essa pessoa é capaz de me dar.

Marisa Monte traz em “O Que Você Quer Saber de Verdade” a leveza do amor, cheia de melodias graciosas e letras verdadeiras. Pode ser que o disco não agrade quem não tiver tirado tantas conclusões sobre o amor este ano ou a vida inteira. Não que tudo faça total sentido para mim. Só vejo hoje o amor como uma bela canção que pode durar no tempo dos homens apenas alguns minutos, mas que dentro, bem dentro do coração duram mais, horas, dias, meses, até se transformarem em algo que transcende uma pessoa.

A letra de “Amar Alguém” é a prova disso: “Amar alguém só pode fazer bem/ Não há como fazer mal a ninguém/ Mesmo quando existe um outro alguém/ Mesmo quando isso não convém/ Amar alguém e outro alguém também/ É coisa que acontece sem razão/ Embora soma, causa e divisão/ Amar alguém só pode fazer bem/ Amar alguém não tem explicação/ Não há como conter o furacão/ Amores vão embora/ Amores vêm/ Não se decide amar e nem a quem/ Amar alguém só pode fazer bem/ Seja só uma pessoa ou um harém/ Se não existe algoz e nem refém/ Amar alguém e outro alguém também/ Amar alguém só pode fazer bem”

Produzindo pela própria Marisa Monte, o disco tem co-produção de Dadi e foi gravado entre dezembro de 2010 e maio 2011. Traz parceria com Arnaldo Antunes, Lucio Maia, Pupillo e Dengue (Nação Zumbi). Com mais de sete milhões de discos vendidos e três Grammy Latino, Marisa Monte está em seu oitavo disco. Fecha o ano com leveza, trazendo a esperança de que amores melhores e maiores virão.

Vale comprar e se entregar. Quem sabe até colocar para tocar enquanto se faz a tradicional lista de promessas de ano novo.